Adquir­ir uma empre­sa sem capital próprio


10 Tipps zur erfolg­rei­chen Unternehmensfinanzierung

19. Juni 2024 / Von Daniel Heuer

Ein Unter­neh­men zu überneh­men ist mit einem hohen finan­zi­el­len Aufwand für den Käufer verbun­den. Beson­ders schwie­rig ist dies häufig für junge und sehr hoch quali­fi­zier­te Entre­pre­neu­re. Sie verfü­gen noch nicht über die notwen­di­gen eigenen Mittel und Sicher­hei­ten und wären dabei vielleicht der perfek­te Nachfol­ger für ein Familienunternehmen.

Doch es gibt inter­es­san­te Möglich­kei­ten, eine Firmen­über­nah­me zu finan­zie­ren. Auch ohne Eigenkapital.

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Unser Artikel auf einen Blick:

  • Eine klassi­sche Übernah­me kann durch Eigen­ka­pi­tal, Fremd­ka­pi­tal oder Förderungen/Zuschüsse (bzw. Kombi­na­tio­nen dieser Punkte) finan­ziert werden
  • Der Kapital­be­darf für die Übernah­me sollte vorab genau kalku­liert werden
  • Als Alter­na­ti­ven zum Eigen­ka­pi­tal geben wir Ihnen 10 Anregun­gen für die Finan­zie­rung der Übernahme

6 Gründe, eine Firma zu übernehmen

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Bereit für den nächs­ten Schritt?

Erfah­ren Sie, wie Sie von den Vortei­len eines Firmen­kaufs profi­tie­ren können.

  1. Eine bestehen­de Firma hat sich bereits im Markt etabliert – das muss bei Start-ups erst noch gelingen.
  2. Eine funktio­nie­ren­de Geschäfts­idee ist bereits vorhan­den und garantiert belast­ba­re Umsät­ze vom ersten Tag an.
  3. Moder­ni­sie­ren ist einfa­cher als Gründen – zumin­dest wenn es sich um einen kalku­lier­ba­ren Inves­ti­ti­ons­stau handelt.
  4. Geschul­tes Perso­nal ist meist vorhan­den und dies ist eines der wichtigs­ten Argumen­te für eine aquisi­ção de empre­sas.
  5. Es besteht ein Kunden­stamm und dieser kann für den Ausbau des bishe­ri­gen Geschäfts­mo­dells aktiv genutzt werden.
  6. Anlage­ver­mö­gen ist vorhan­den und hilft Finan­zie­run­gen zu sichern bzw. kann im Ideal­fall sogar stille Reser­ven bedeuten.

Vortei­le einer Firmenübernahme

Wenn Sie ein bestehen­des Unter­neh­men überneh­men, können Sie von dessen gutem Ruf, den laufen­den Erträ­gen, seinem Mitar­bei­ter- sowie Kunden­stamm und seinem Anlage­ver­mö­gen profi­tie­ren. In vielen Fällen können Sie das Unter­neh­men mit nur gering­fü­gi­gen Änderun­gen weiter betrei­ben. Ein bestehen­des Unter­neh­men, sollte es renta­bel wirtschaf­ten, ist daher oftmals zukunfts­si­che­rer als ein neu gegrün­de­tes Unternehmen.

Aus Käufer­sicht gibt es wichti­ge Rahmen­be­din­gun­gen, die Sie beach­ten sollten. Werfen Sie gerne einen Blick auf unser Webinar:

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Klassi­sche Möglich­kei­ten einen Unter­nehmens­kauf zu finanzieren

Wie kann ich einen Aquisi­ção de empre­sas finan­zie­ren? Es gibt drei übliche Möglich­kei­ten zur Finan­zie­rung eines Firmen­kaufs. Entwe­der durch vorhan­de­nes Eigen­ka­pi­tal, durch Fremd­ka­pi­tal (Kredit durch eine Bank oder Sparkas­se, Priva­te Equity) oder durch Förderungen/Zuschüsse z. B. durch die KfW.

Üblicher­wei­se werden Firmen­käu­fe über einen sinnvol­len Finan­zie­rungs­mix aus diesen drei vorge­nann­ten Möglich­kei­ten aufgebaut.

Patrimó­nio

Finan­ziert man den Aquisi­ção de empre­sas durch Eigen­ka­pi­tal, zahlt man den Kaufpreis mit seinem eigenen Vermö­gen bzw. kann eigene Sicher­hei­ten (z. B. Immobi­li­en) für das Finan­zie­rungs­kon­strukt zur Verfü­gung stellen. Es wird keine fremde Hilfe zur Finan­zie­rung benötigt und gemein­sam mit einer Bank oder Sparkas­se kann der Kaufpreis umgesetzt werden. Ausnah­men können ein Empré­s­ti­mo do vende­dor oder Risiko­ka­pi­tal­ge­ber sein, welche im Rahmen einer Eigen­ka­pi­tal­ein­la­ge ebenfalls voll haften und damit das unter­neh­me­ri­sche Risiko teilen.

Capital de dívida

No Unter­neh­mens­über­nah­me pode obter um crédi­to especí­fi­co de um banco ou caixa econó­mi­ca. Estes carac­te­rizam-se geral­men­te por montan­tes de finan­cia­men­to perso­na­li­zá­veis, prazos longos e taxas de juro baixas (prova­vel­men­te está a mudar neste momen­to). O ideal é procurar um crédi­to que permi­ta pagament­os extra­or­diná­ri­os. Pois se a empre­sa se tornar rápida e altamen­te lucra­ti­va, um compra­dor poderá querer concluir o refinan­cia­men­to mais rapidamente.

Vale a pena comparar diferen­tes ofertas de finan­cia­men­to antes de tomar uma decis­ão. Um uma consul­ta pesso­al com um especia­lis­ta pode ser vanta­jo­sa. Normal­men­te, é neces­sá­rio um plano de negóci­os detal­ha­do e previsões adequa­d­as para obter um empré­s­ti­mo. Prepa­re-se para essa reunião, tendo essas infor­ma­ções à mão, e não a encare apenas como uma conver­sa infor­mal para se conhecerem.

Os presta­do­res de servi­ços finance­i­ros querem compreen­der desde o início qual é a ativi­da­de da sua empre­sa e por que razão é seguro, em termos de perspe­ti­vas, que o refinan­cia­men­to possa ser bem-sucedi­do. Esteja prepa­ra­do para o facto de um banco também ter especia­lis­tas do setor como interlo­cu­to­res, que possuem conhe­ci­ment­os abran­gen­tes e formu­lam pergun­tas adequadas.

É possí­vel obter um empré­s­ti­mo sem capital próprio?

Deseja uma Comprar empre­sa, mas não dispõe do capital próprio neces­sá­rio ou das garan­ti­as exigi­das? Prova­vel­men­te pensa que isso torna impos­sí­vel a obten­ção de um crédi­to, mas na verda­de existem possi­bil­ida­des de obter um empré­s­ti­mo sem dispor de patrimó­nio próprio suficiente.

Se tiver uma excelen­te solva­bil­ida­de e um rendi­men­to eleva­do, poderá obter um Crédi­to sem capital próprio ou garan­ti­as No entan­to, isso geral­men­te só é possí­vel se o montan­te do empré­s­ti­mo for peque­no e o prazo de reembol­so for curto. Na maioria dos casos, é neces­sá­rio dispor de garan­ti­as sufici­en­tes para garan­tir um empré­s­ti­mo para a aquisi­ção de uma empresa.

Uma forma de contornar isso é usar os ativos da empre­sa que preten­de comprar como garan­tia. Isso pode ser feito através da obten­ção de um empré­s­ti­mo com base no valor da empre­sa. Qualquer parce­i­ro finance­i­ro irá avali­ar criti­ca­men­te o valor poten­cial e só o aceit­ará como garan­tia com descon­tos. Mesmo no caso de imóveis, existem reduções signi­fi­ca­tiv­as entre o valor de merca­do poten­cial e o valor hipotecá­rio do ponto de vista de um banco. Se os seus própri­os ativos, como uma casa priva­da, puderem ser dados como garan­tia sem dívidas, isso prova­vel­men­te ajudará muito.

Qual deve ser o nível do rácio de capital próprio?

A quota de capital próprio (ou seja, a parte pesso­al na estru­tu­ra do preço de compra) deve situar-se entre 10 e 30 por cento.. Depen­den­do da dimensão e do tipo de modelo de negócio e do setor. Existem formas de aumen­tar o capital próprio. Por exemplo, através de um empré­s­ti­mo do vende­dor e de outros sócios ativos ou passi­v­os. Também um Aquisi­ção pela adminis­tra­ção A MBO pode ajudar a finan­ci­ar a aquisi­ção da empre­sa, ao mesmo tempo que liga colabora­do­res importan­tes ao suces­sor e aumen­ta a taxa de reten­ção de cargos-chave.

Vorge­hen zur Ermitt­lung Kapitalbedarf

Se preten­de adquir­ir uma empre­sa, é importan­te saber primei­ro quais são as neces­si­d­a­des de capital. Isso irá ajudá-lo a encon­trar os parce­i­ros finance­i­ros certos para viabi­li­zar a compra. Lembre-se de que a aquisi­ção de uma empre­sa é geral­men­te mais cara do que a criação de uma nova, uma vez que está a adquir­ir uma empre­sa já existen­te. Comprar uma empre­sa.

No seu planea­men­to finance­i­ro, é importan­te estimar com precis­ão as neces­si­d­a­des de capital, para que possa não gastar nem muito nem pouco dinhei­ro. Além disso, deve dispor de liqui­dez sufici­en­te para uma Fase de cresci­men­to após a aquisi­ção . As renego­cia­ções poste­rio­res com os bancos tendem a ser difíce­is e pouco apreciadas.

Entre os princi­pais compo­nen­tes de um inves­ti­men­to ou do preço de compra estão: Terrenos, ativos fixos e inves­ti­ment­os neces­sá­ri­os para moder­ni­za­ções (especial­men­te em caso de atrasos nos inves­ti­ment­os). Também deve ter em conta os custos corren­tes, depen­den­do da situa­ção dos rendi­ment­os. Certi­fi­que-se de que dispõe de capital sufici­en­te para cobrir esses custos ou que eles podem ser pagos com seguran­ça a partir do seu fluxo de caixa.

Exemplo

A Sra. Müller quer assum­ir a padaria do Sr. Huber.

O terre­no e a padaria são proprie­da­de do Sr. Huber. Já foi acord­ado um Contra­va­lor de 500.000 Euro acord­ado.

Conti­nua a ser um Ativos fixos de aproxi­ma­damen­te 100.000 euros disponí­veis. Isso inclui tanto o equipa­men­to da padaria como o equipa­men­to da sala de vendas.

E também um Ativo circu­lan­te (estoques) de aproxi­ma­damen­te 10.000 euros ainda está disponí­vel. A empre­sa gera um rendi­men­to estável de cerca de 100 000 euros, após o salário do empresá­rio. EBIT (lucro antes de juros e impos­tos). O preço de compra corre­spon­de, portan­to, aproxi­ma­damen­te ao fator 5 x EBIT.

Após uma análi­se aprofunda­da, ficou claro que a área de estar desti­na­da ao consu­mo dos produ­tos no local precisa urgen­te­men­te de ser renova­da e moder­nizada. Isto custará aproxi­ma­damen­te Custos de 30 000 euros causar.

  • Terre­no e edifí­cio da padaria: 350 000 euros
  • Ativo fixo: 100.000 euros
  • Ativo circu­lan­te: 10.000 euros
  • Total: 460 000 euros como „valor intrín­se­co“. Isto corre­spon­de aproxi­ma­damen­te ao valor estima­do da padaria.

Embora a padaria também gere receitas e rendi­ment­os que podem cobrir as seguin­tes neces­si­d­a­des de finan­cia­men­to corren­tes, neste caso deve-se ter em conta que a moder­ni­za­ção da área de estar limitará as operações.

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Problem: Firmen­kauf Neben­kos­ten müssen ebenfalls Käufer­sei­tig bezahlt werden

Wenn Sie eine Unter­neh­mens­über­nah­me in Erwägung ziehen, sollten Sie alle Neben­kos­ten einkal­ku­lie­ren, z. B. für Notar, Advoga­do de suces­são de empre­sas oder Steuer­be­ra­ter. Diese können sich summie­ren und daher ist es wichtig, dass Sie sie in die Finanz­pla­nung integrieren.

Denken Sie außer­dem daran, dass Sie auch nach der Übernah­me sofort laufen­de Kosten wie Gehäl­ter und Energie­rech­nun­gen aus dem Umsatz und Ertrag decken müssen. Eine frühzei­ti­ge Berück­sich­ti­gung dieser Fakto­ren ist unabding­bar. Die Liqui­di­tät des tägli­chen Geschäf­tes muss ebenfalls in die gesam­te Finan­zie­rungs­struk­tur integriert werden. Es kann auch sein, dass im Kaufpreis eine Mindest­li­qui­di­tät mit “verkauft” wird und als ausrei­chend für die Fortfüh­rung vom Käufer empfun­den wird.

10 Tipps: Finan­zie­rungs­lü­cke schlie­ßen beim Firmen­kauf ohne Eigenkapital

1. Verkäu­fer­dar­le­hen

Wenn Sie ein Unter­neh­men kaufen möchten, kann ein Verkäu­fer­dar­le­hen eine gute Option für Sie sein. Bei einem Verkäu­fer­dar­le­hen stellt Ihnen der Verkäu­fer des Unter­neh­mens einen Teil des Kaufprei­ses als Darle­hen zur Verfü­gung. Dies kann dazu beitra­gen, eine eventu­el­le Finan­zie­rungs­lü­cke zu schlie­ßen. Aller­dings trägt der Verkäu­fer auch das Ausfall­ri­si­ko und hat im Falle einer wirtschaft­li­chen Schief­la­ge des Käufers in der Zukunft für gewöhn­lich eine gerin­ge­re Priori­tät als Banken.

Ein Verkäu­fer­dar­le­hen ist zudem ein wichti­ger Vertrau­ens­be­weis für exter­ne Finanz­ierungs­partner. Wenn der Verkäu­fer bereit ist, ein Darle­hen zu gewäh­ren, zeigt dies, dass er an die Fähig­keit des Käufers glaubt, das Unter­neh­men erfolg­reich weiterzuführen.

2. Förde­rung

Je nach Bundes­land gibt es inter­es­san­te und teilwei­se erheb­li­che Förder­mit­tel oder unter­stüt­zen­de Maßnah­men durch die Landes­ban­ken oder auch die Wirtschaftsförderung.

KfW Bank

Die KfW ist eine spezi­el­le Förder­bank des Bundes, die viele Program­me bietet, um Perso­nen bei der Existenz­grün­dung zu unter­stüt­zen. Die KfW Bank zeich­net sich durch gute Kondi­tio­nen und niedri­ge Zinsen aus. Die Koope­ra­ti­on findet in der Regel immer mit der finan­zie­ren­den Hausbank oder Sparkas­se statt.

Für eine Firmen­über­nah­me gibt es unter anderem das ERP Start­geld.

Mit dem ERP Start­geld kann man eine Förde­rung bis zu 125.000 Euro erhal­ten. Es ist kein Eigen­ka­pi­tal erfor­der­lich und das Risiko ist gering. Die KfW Bank übernimmt 80 Prozent des Kreditrisikos.

Deutsche Förder­da­ten­bank

Die Deutsche Förder­da­ten­bank ist eine Einrich­tung des Bundes. Sie gibt aber auch Einblick über die Förde­rungs­mög­lich­kei­ten der einzel­nen Länder und der gesam­ten Europäi­schen Union. Da sich die Program­me fortlau­fend ändern, lohnt es sich dort ausführ­lich zu prüfen oder einen Förder­mit­tel­be­ra­ter einzuschalten.

Bürgschafts­ban­ken

Jedes Bundes­land besitzt eine eigene Bürgschafts­bank. Bürgschafts­ban­ken sind darauf ausge­legt, Existenz­grün­der zu unter­stüt­zen. Sie helfen bei Kredit- oder Betei­li­gungs­fi­nan­zie­run­gen.

Sie geben staat­li­che Bürgschaf­ten, die bei der Hausbank als Sicher­heit vorge­legt werden können.  Dadurch ist es leich­ter, einen Kredit zu erhal­ten.

Durch mittel­stän­di­sche Betei­li­gungs­ge­sell­schaf­ten kann die Eigen­ka­pi­tal­quo­te erhöht werden. Dies geschieht meistens durch typische stille Betei­li­gun­gen. Die Bilanz wird dadurch verbes­sert und die Liqui­di­tät erhöht.

Die mittel­stän­di­schen Betei­li­gungs­ge­sell­schaf­ten arbei­ten nicht ausdrück­lich renditeorientiert.

3. Nur mit soliden Zukunfts­aus­sich­ten kann gepunk­tet werden

Wenn Sie ein Unter­neh­men überneh­men wollen, kommt es nicht nur auf die Finan­zie­rung an. Entschei­dend ist ebenfalls, dass das gewünsch­te Unter­neh­men eine Zukunft hat. Diese Voraus­set­zung kann im Einzel­fall auch erfüllt werden, wenn ein Unter­neh­men wirtschaft­lich angeschla­gen ist. Dann sind für die Finan­zie­rung meistens engere Rahmen­be­din­gun­gen zu akzep­tie­ren, denn jeder Geldge­ber will nachhal­tig überzeugt sein, dass eine Firma in Schief­la­ge perspek­ti­visch wieder stabil Erträ­ge erwirt­schaf­ten wird.

Entschei­dend ist, dass für das Produkt/die Dienst­leis­tung des Unter­neh­mens in Zukunft eine Nachfra­ge besteht. Das muss bewie­sen werden. Außer­dem sollte der Käufer über das entspre­chen­de Fachwis­sen auf dem Gebiet des Unter­neh­mens verfü­gen. Mitar­bei­ter in Schlüs­sel­po­si­tio­nen sind in die Findung einer wirtschaft­li­chen Perspek­ti­ve einzu­be­zie­hen. Nur dann ist es möglich, das Unter­neh­men so zu führen und ggf. zu moder­ni­sie­ren, dass es langfris­tig am Markt bestehen kann.

4. Fließen­de Unternehmensübergabe

Wenn ein Unter­neh­men abrupt übertra­gen wird, kann dies “inter­ne” und “exter­ne” Schwie­rig­kei­ten verur­sa­chen. Denn in diesem Fall zieht sich der Unter­neh­mer kurzfris­tig nach dem Verkauf zurück und der neue Eigen­tü­mer übernimmt von einem Moment auf den anderen die Verant­wor­tung für das Unter­neh­men. Das bedeu­tet, dass es keine Einar­bei­tungs­zeit gibt. Beson­ders für Mitar­bei­ter kann dies befremd­lich wirken und eine Wechsel­be­reit­schaft oder sogar Kündi­gungs­be­reit­schaft erhöhen. Ebenso könnten Banken, Liefe­ran­ten und auch Kunden sensi­bel diesen schnel­len Wechsel als Verun­si­che­rung der alten Bezie­hung wahrnehmen.

Deshalb sollte die Überga­be eines Unter­neh­mens möglichst reibungs­los und gemein­sam mit dem Verkäu­fer erfol­gen. Alter­na­tiv kann ein Anteils­ver­kauf eine langsa­me Überga­be absichern und beide Seiten, Käufer und Verkäu­fer, länger gemein­sam in der Verant­wor­tung belas­sen. Eine reibungs­lo­se Überga­be sichert das Fortbe­stehen des Unter­neh­mens und damit auch das Invest­ment des Käufers.

5. Unter­neh­mens­wert prüfen

Bei einem Unter­nehmens­verkauf ist der Preis ein wichti­ger Faktor. Dieser muss zunächst ermit­telt werden. Das Problem ist häufig, dass der Wert des Unter­neh­mens für den Eigen­tü­mer gefühlt häufig höher ist als der tatsäch­li­che Preis, den ein Käufer bereit ist, zu zahlen. Subjek­ti­ve Einfluss­fak­to­ren bilden eine sogenann­te “Herzblut­ren­di­te”, die den mögli­chen Wert des Lebens­werkes höher erschei­nen lässt, als es nüchter­ne Fakto­ren dann aus Sicht fremder Käufer belast­bar abbil­den. Der Verkaufs­preis hat somit einen hohen emotio­na­len und sehr subjek­ti­ven Wert für den Verkäufer.

Diesen emotio­na­le Wert hat der neue Käufer natür­lich nicht und möchte ihn auch nicht bezah­len. Deswe­gen muss der Markt­preis für das Unter­neh­men errech­net werden. Dafür gibt es mehre­re Verfahren.

Die zwei gängigs­ten Verfah­ren, um den Calcu­lar o valor da empre­sa, sind das Ertrags­wert-Verfah­ren nach IDWS1 und eine grobe Einschät­zung durch das Multi­ple-Verfah­ren.

Beim Ertrags­wert­ver­fah­ren werden die Progno­sen des Unter­neh­mens in die Berech­nung einbe­zo­gen. Um einen möglichst objek­ti­vier­ten Wert zu erhal­ten, müssen viele Fakto­ren in der Detail­be­trach­tung berück­sich­tigt werden. Wir empfeh­len daher für einen ersten und schnel­len Überblick, unseren Online-Rechner. Dieser basiert auf den Multi­ples (Multi­pli­ka­to­ren realer Trans­ak­tio­nen) und nimmt zugleich eine sehr grobe Einstu­fung der Branchen vor. Das verein­fach­te, steuer­li­che Bewer­tungs­ver­fah­ren, errech­net dagegen utopi­sche Werte und ist von den Markt­ver­fah­ren zu unter­schei­den. Eine erfah­re­ne Unternehmens­beratung hilft, den Wert eines Unter­neh­mens solide zu ermit­teln und zugleich auch verständ­lich zu machen.

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6. Freun­de und Familie

Schwie­rig kann es werden, wenn man die Firmen­über­ga­be inner­halb der Familie oder mit Freun­den verwirk­li­chen möchte. Natür­lich hat dies auch Vortei­le. Der Unter­neh­mer weiß, wem er sein Unter­neh­men anver­traut und kann davon ausge­hen, dass es in guten Händen ist. Aller­dings kann dies bei der Preis­fin­dung zu Proble­men führen. Freun­de und Familie erwar­ten ggf. das Geschäft beson­ders günstig überneh­men zu können oder sogar Antei­le geschenkt zu bekom­men. Das hängt von sehr indivi­du­el­len Fragen und Möglich­kei­ten ab und kann an dieser Stelle daher nicht in der Tiefe beleuch­tet werden.

Auch wenn die Firma an einen exter­nen Käufer verkauft werden soll und Freun­de und Familie dort angestellt sind, kann es schwie­rig werden. Denn diese erwar­ten eventu­ell, dass sie in die Verkaufs­ent­schei­dung einbe­zo­gen werden. Je nachdem, kann es auch für den Käufer schwie­rig werden, das Unter­neh­men fortzu­füh­ren, wenn Freun­de und Familie des ursprüng­li­chen Besit­zers angestellt sind. Sie haben oft einen emotio­na­len Bezug zu der Firma und möchten ungern bestehen­de Struk­tu­ren verändern.

Positiv: Freun­de und Familie haben in der Regel Inter­es­se am Fortbe­stand des Unter­neh­mens und werden den neuen Eigen­tü­mer dementspre­chend unter­stüt­zen. Gleich­wohl müssen sich beiden Seiten sachlich fragen, ob inner­halb der Familie die fachli­chen Eignun­gen für eine Übernah­me vorhan­den sind oder erlernt werden können.

Hierbei hilft im Sinne der persön­li­chen Eignung ein moder­nes Online-Assess­ment. Dort kann Unter­neh­mer­tum reflek­tiert und für zukünf­ti­ge Überneh­mer analy­siert werden: https://www.mein-unternehmercheck.com/

7. Business­plan und Progno­sen zur Fortfüh­rung des Unternehmens

Der Käufer des Unter­neh­mens sollte sich selbst einen umfang­rei­chen Business-Plan für seine eigene Zukunft erstel­len. Spätes­tens bei Gesprä­chen mit Geldge­bern ist er die Basis für die mögli­che Kaufpreis­fi­nan­zie­rung. Ein Business-Plan kann ideal mit der Diligên­cia devida Prüfung kombi­niert werden. Denn in der Kaufprü­fung erhält der zukünf­ti­ge Überneh­mer alle Feinda­ten zum Unter­neh­men und kann daraus belast­ba­re Planun­gen ablei­ten. Denn ein Business-Plan zeigt auf, wie das Unter­neh­men aktuell aufge­stellt ist und wie es sich entwi­ckeln wird, wenn gewis­se Fakto­ren zutreffen. 

Möchte ein Käufer Förder­gel­der beantra­gen, verlan­gen die entspre­chen­den Stellen grund­sätz­lich einen Business-Plan.

8. Erfah­rungs­be­richt

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9. Business Angel als Mit-Inves­tor an Bord holen

Ein Business Angel (Unter­neh­mensen­gel) ist eine Person, die zugleich Berater und priva­ter Inves­tor sein kann. Oft sind diese Persön­lich­kei­ten “Business Angel” ehema­li­ge Unter­neh­mer oder Manager. Ihr Ziel ist es, neue Unter­neh­mer mit ihrer Erfah­rung und ihren Finanz­mit­teln zu unterstützen.

Ein Business Angel ist in der Regel bereit als Inves­tor erfah­ren und kann ein unter­neh­me­ri­sches Risiko gut einschät­zen. Regio­na­le Kreise der Business-Angel bieten Foren zum Kennen­ler­nen und daraus können sich dann für beide Seiten ertrag­rei­che Verbin­dun­gen ergeben. Manch­mal kann auch die Beglei­tung und Beratung durch einen Business-Angel über eine Betei­li­gung an der zu kaufen­den Unter­neh­mung honoriert werden.

10. Stille Beteiligung

Durch eine stille Betei­li­gung kann ein Unter­neh­men erwei­tert sein Eigen­ka­pi­tal aufsto­cken. Die Rahmen­be­din­gun­gen einer stillen Betei­li­gung sind im Handels­ge­setz­buch in den §§230 ff. geregelt.

Die stille Betei­li­gung ist nach außen hin nicht ersicht­lich. Bei einer typisch stillen Gesell­schaft wird die Einla­ge im Fremd­ka­pi­tal ausge­wie­sen, bei einer atypisch stillen Gesell­schaft als Eigenkapital.

Fazit: Geht es ganz ohne oder nicht?

Eine Firmen­über­nah­me ganz ohne Eigen­ka­pi­tal ist grund­sätz­lich möglich, aber schwie­rig. Dazu bedarf es einer enormen Überzeu­gungs­kraft des Käufers gegen­über den mögli­chen Geldge­bern und auch das Geschäfts­mo­dell selbst muss eine stabi­le Refinan­zie­rung abbil­den können. Wenn dann noch über die KFW und Finanz­kon­struk­te des jewei­li­gen Bundes­lan­des, ergänzt mit einem Verkäu­fer­dar­le­hen, alle Betei­lig­ten von der Zukunft überzeugt sind, mag dies im Einzel­fall gelingen.

Einen Kredit für einen Unter­nehmens­kauf kann man für gewöhn­lich nur mit einer gewis­sen Eigen­ka­pi­tal­quo­te aufneh­men. Auch die Förder­stel­len verlan­gen ein bestimm­tes Eigenkapital.

Bei kleinen Unter­neh­men werden für gewöhn­lich 10 - 30 Prozent Eigen­ka­pi­tal voraus­ge­setzt. Bei größe­ren Unter­neh­men verrin­gert sich der prozen­tua­le Anteil. Ein guter Business-Plan kann ebenfalls dabei helfen, Fremd­ka­pi­tal aufzu­neh­men. Am besten geeig­net ist ein Finan­zie­rungs­mix aus Eigen­ka­pi­tal, Förder­gel­dern und Fremdkapital.

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Worauf kommt es bei einer Firmen­über­nah­me an?

Wichtig ist, dass man entspre­chen­de Kennt­nis­se und Fähig­kei­ten zur Branche mitbringt. Außer­dem sollte ein ausführ­li­cher Business-Plan erstellt werden, damit das Unter­neh­men planbar wird und Finanz­ge­ber eine Sicher­heit vermit­telt bekommen.

Welche Förde­run­gen gibt es?

Der Staat hat viele Förder­mög­lich­kei­ten vorge­se­hen. Darun­ter auch die KfW Bank. Über die Homepage kann man genau heraus­fin­den, welche Förde­rung die passen­de ist. 

Kann man eine Förde­rung ohne Eigen­ka­pi­tal erhalten?

Das ist eher unwahr­schein­lich. Viele Förder­pro­gram­me verlan­gen eine gewis­se Eigen­ka­pi­tal­quo­te. Daher ist es auf jeden Fall sinnvoll, sich vorher ein gewis­ses Eigen­ka­pi­tal zu beschaffen.

Welche Bank gibt einen Kredit für eine Firmenübernahme?

Einen Kredit erhält man von fast allen Banken und Sparkas­sen. Jedoch hat jede Bank eigenen Voraus­set­zun­gen und Kondi­tio­nen. Diese sollten gründ­lich mitein­an­der vergli­chen werden.

 

Wie viel Eigen­ka­pi­tal für Unternehmenskauf

Die Höhe des erfor­der­li­chen Eigen­ka­pi­tals für den Unter­nehmens­kauf variiert je nach Kaufpreis, Branche und Finan­zie­rungs­struk­tur, liegt aber typischer­wei­se zwischen 20 % und 50 % des Kaufprei­ses. Eine genaue Summe kann durch eine indivi­du­el­le Finanz­be­ra­tung ermit­telt werden.

 

Über den Autor

Daniel Heuer

Desde há vários anos, a sua ativi­da­de profi­s­sio­nal centra-se no acomp­an­ha­men­to de proces­sos de compra e venda ou de soluções de suces­são em empre­sas familia­res da Suíça e da Aleman­ha (Câmara de Comércio Aleman­ha-Suíça). Vasta experiên­cia numa vasta gama de estru­tu­ras empre­sa­ri­ais (grandes bancos inter­na­cio­nais, PMEs, associa­ções, gestão de projec­tos, incluin­do start-ups), ampla orien­ta­ção geográ­fi­ca (África, Améri­ca Latina e Europa). Êxitos e experiên­cia na imple­men­ta­ção de projec­tos (desen­vol­vi­men­to do concei­to, criação e promo­ção, gestão e acomp­an­ha­men­to, encer­ra­men­to ou trans­ferên­cia para outras estru­tu­ras). Saiba mais >